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5 experiências que vão fazer você mudar de ideia sobre Johannesburgo

A África do Sul é um destino em ascensão no mercado turístico mundial. Os viajantes que elegem o país sul-africano como destino geralmente procuram safáris para ver os “Big Five” (leão, leopardo, rinoceronte, elefante e búfalo) e as maravilhas de Cape Town (a Cidade do Cabo), geralmente a cidade preferida dos turistas. Mas e as outras?

Outras grandes cidades têm muito a contribuir para uma experiência completa no país onde ocorreu o infeliz regime do apartheid. Johannesburgo é uma delas. A cidade é gigante, a maior da África do Sul, e nela está o bairro mais populoso do mundo – o famoso Soweto, com 5 milhões de habitantes.

Johannesburgo, a maior cidade da África do Sul

Conheça alguns passeios a serem feitos em Johannesburgo que vão mudar a sua impressão de lá:

1) Maboneng, o bairro mais badalado de Johannesburgo

Um importante empresário, proprietário de em média 40 edifícios no bairro Maboneng, transformo-os em restaurantes, bares, galerias de arte e espaços culturais. O Market on Main é uma feira que acontece na galeria Arts on Main todo domingo, das 10h às 15h, com gastronomia e arte. E na primeira quinta-feira de cada mês tem o mercado noturno, perfeito para ver a juventude de Joburg e experimentar a gastronomia de várias partes do mundo, mas principalmente a local. Hoje o Night Market é uma referência para moradores e turistas.

Maboneng, onde se concentram as artes

Apesar de a cidade ser conhecida por ser perigosa, em Maboneng, o “bairro mais cool de Johannesburgo”, é possível passear tranquilamente pelas ruas observando as diversas formas de arte em forma de grafite, tomar café num barzinho construído dentro ou assistir a um filme no único cinema independente da cidade, que só mostra obras de cineastas sul-africanos.

Até mesmo dormir pode ser uma experiência única em Maboneng: você pode passar a noite dentro de uma galeria de arte, no Hotel 12 Decades, que tem 12 quartos decorados por 12 artistas, representando 12 décadas da história da África do Sul. Também vale a pena conhecer o Curiocity Backpackers, um hostel que foi feito onde era uma antiga gráfica de informativos políticos durante o apartheid, local de reuniões de Nelson Mandela.

2) Museu do Apartheid

Museu do Apartheid, na antiga casa de Nelson Mandela

Parece óbvio recomendar que um turista na África do Sul visite o Museu do Apartheid, mas vale registrar a importância dessa visita. Conhecer o museu, que fica na antiga casa de Nelson Mandela, permite entender melhor a história recente do país e os sentimentos que ainda remanescem na população devido ao cruel regime de segregação racial.

Uma das principais experiências visitando o museu é no “cinema”, que apresenta um documentário que conta a história real do fim do apartheid. É muita emoção.

3) Pôr do sol no alto de um prédio

Terraço do Protea Parktonian Hotel, perfeito para ver o sol se pôr na África

Johannesburgo fica a mais de 2.000 metros acima do nível do mar, mas a cidade até que é bastante plana. Essa altura faz com que o horizonte de cima de prédios mais altos seja incrivelmente belo, além de permitir uma vista de 360º. Sabendo disso, pode ter certeza: uma das experiências mais gostosas de se viver nessa cidade é assistir ao pôr do sol da África de um lugar alto.

Procure o topo de prédios comerciais, como hotéis, que tenham um terraço ou, melhor ainda, um bar ou restaurante lá em cima, como o Protea Parktonian Hotel, que é a sede do festival anual Joburg City Fest.

4) Bike tour no Soweto

A bicicleta é o melhor veículo para conhecer o bairro mais importante da história recente da África do Sul

O Soweto é o bairro mais populoso do mundo, tendo sido o lugar onde os negros eram obrigados a morar durante o regime de segregação racial. Hoje o local ainda é precário e há muita pobreza, mas por ter sido aqui o berço do fim do apartheid, o bairro tornou-se um dos pontos turísticos mais importantes de Johannesburgo.

É possível ter uma boa noção de como é o Soweto numa visita de bicicleta, sendo oferecidos passeios de duas ou quatro horas. Os moradores costumam receber muito bem os turistas e compartilhar seus alimentos tanto com os visitantes como com seus vizinhos.

Antiga usina, hoje as torres do Soweto são centro de entretenimento e esportes radicais como queda livre e bungee jump

Como a cidade é toda plana e o Soweto é mais ainda, em vários momentos durante a pedalada é possível ver as duas grandes torres coloridas do bairro, de aproximadamente 100 metros de altura. Elas eram uma usina elétrica movida a carvão que funcionou de 1946 a 1998, e hoje funcionam como ponto de entretenimento onde é possível jogar paintball, assistir a jogos na TV, almoçar, praticar arco e flecha e o mais radical: conta com uma queda livre de 40 metros de altura e um bungee jump no meio das duas torres.

5) Lion Park

Os safáris mais famosos da África do Sul são no Kruger Park ou em outros parques nacionais ou reservas privadas, mas Johannesburgo também dá um gostinho em relação à vida selvagem africana. O Lion Park é uma mistura de zoológico e safári, onde muitos animais ficam soltos e parte da visita é feita no próprio carro do turista ou em veículo do parque.

Os animais herbívoros ficam todos em uma mesma área, sendo possível ver de perto animais como zebras e antílopes. Já os carnívoros, como leões, leopardos e hienas, ficam em áreas separadas, mas também é possível se aproximar de carro. A outra parte do passeio é feita a pé, para visitar jaulas onde ficam os filhotes de leão e a área onde é possível alimentar as girafas.

Lion Park, uma mistura de zoológico e safári na cidade grande

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