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Everest: Uma aventura possível

5.643 metros de altitude. 10 dias de caminhada. O nascer e o pôr do sol mais bonitos da Terra. A maior aventura na vida de qualquer um que ouse dizer sim ao desafio de subir o Monte Everest.

Famoso por ser a montanha de maior atitude do mundo, o Everest fica na Cordilheira dos Himalaias, que abrange cinco países: Paquistão, Índia, China (que inclui o Tibete), Nepal e Butão. O seu pico fica a nada menos que 8.848 metros sobre o nível do mar (m.s.n.m.), e não se tem notícia de nenhum humano que tenha conseguido chegar até o topo. Mesmo assim, escalar ou pelo menos fazer um trekking (caminhada) no Everest atrai qualquer espírito aventureiro.

Para os alpinistas, existem duas rotas mais comuns de escalada: a “rota padrão”, pelo Nepal, pelo sudeste da montanha; e outra pelo Tibete, pelo nordeste. E para dar todo o suporte necessário aos aventureiros, há dois acampamentos instalados na “base” do Everest: o Acampamento Sul, no Nepal (5.364 m.s.n.m.), e o Acampamento Norte, no Tibete (3.150 m.s.n.m.).

A subida ao Everest começa suave pela cidade de Lukla, o único acesso possível para essa área da Cordilheira dos Himalaias, aonde se chega de avião. É através dela que se pode iniciar o caminho até a cidade de Namche Bazaar, na montanha de Khumbu, já dentro do Parque Nacional de Sagarmatha, onde fica o Monte Everest. Mas antes, o trajeto perde um pouco a altitude e passa pelas margens do rio Koshi Dudh, de onde é possível apreciar os pontos mais altos do Himalaia, incluindo o Everest, que poderá ser visto aqui pela primeira vez. A viagem continua por vilarejos com trechos íngremes. É aqui que a caminhada irregular começa a ficar mais difícil — mas, nesta parte do caminho, o ambiente ainda é todo arborizado.

Após Namche Bazaar é a vez de caminhar até Tyangboche, onde se é recebido por um portão de pedra construído pelos lamas (mestres budistas tibetanos). Como passamos o pernoite em um lodge com vista para o Monastério, com sorte consegue-se assistir a um ritual dos monges. Então atravessamos o rio Imja Khola e, deixando a maior parte da montanha Khumbu para trás, seguimos para os lindos campos de Dingboche, um vilarejo com população aproximada de 200 pessoas em 2011. Nos seus arredores há plantações de trigo, cevada e batatas e animais de pasto.

Ainda existem dois pontos de parada antes da chegada ao ponto mais alto da caminhada: Lobuche e Gorack Shep, em cujo caminho se contornam geleiras e se pode avistar a queda de gelo do Glaciar de Khumbu. Até que finalmente se chega à maior altitude desta aventura: Kala Pattar, a nada menos que 5.643 m.s.n.m. Lá o grupo poderá apreciar um dos mais lindos nascer e pôr do sol das suas vidas, com vista para o Monte Everest e outras montanhas cobertas de neve na região, como Lhotse, Nuptse, Pumori, Makalu, Amadablam e Thamserkuver.

Vale lembrar: não é necessário ter um corpo de atleta para viver esta experiência, porém, a pessoa deve ter algum preparo para caminhadas longas e com trechos íngremes. Portanto, a melhor receita é força de vontade e determinação!

Você já pensou em viver uma experiência desse tamanho? Veja em detalhes o nosso roteiro de caminhada pelo Everest clicando aqui.